Os sentimentos variam coforme o tipo de crise. Antes de uma convulsão iniciar, algumas pessoas experimentam uma sensação ou advertência chamada "aura". Uma descrição apurada do tipo de aura ao neurologista poderá fornecer pistas sobre a parte do cérebro onde se originam as descargas elétricas anormais. A aura pode ocorrer sem ser seguida de crise, e em alguns casos pode ser considerada um tipo de crise parcial simples. Durante a crise, incerteza, medo, cansaço físico e mental, confusão e perda de memória são alguns dos sentimentos mais comuns, embora a pessoa possa não sentir absolutamente nada, ou não se lembrar do que aconteceu. Da mesma forma, quando a atividade do cérebro volta ao normal, em determinados casos o paciente sente-se bem para retomar o que estava fazendo; em outros, tem dor de cabeça e mal-estar.
Risco de morte por epilepsia
A morte, em virtude de ataque epilético é difícil de ocorrer. O risco é maior quando a pessoa tem um ataque que se prolonga por 30 minutos ou mais, sem recuperar a consciência (estado de mal epiléptico). Neste caso, ela deverá ser conduzida a um serviço de pronto atendimento.
(Site oficial da liga brasileira de epilepsia; www.epilepsia.org.br)
terça-feira, 26 de maio de 2009
Recomendações ao Adolescente com Epilepsia

É muito importante que o adolescente com epilepsia seja bem orientado quanto ao que pode ou não fazer, que ele tenha uma boa relação com seu médico, para que coloque seus problemas francamente e sinta-se entendido e ajudado. É necessário o esforço do profissional que está tratando o adolescente, no sentido de orientá-lo e desenvolver-lhe a confiança para que ele siga as instruções médicas: - deve ser estimulado e motivado para o tratamento; - não desistir! seguir o tratamento regularmente; - não deixar de tomar a medicação porque tem festa e quer beber álcool; - não misturar medicação; - evitar soluções mágicas, como a substituição do tratamento por práticas religiosas.
Fonte: www.epilepsia.org.br
Curiosidades

- Hipócrates (460 - 375 a.C.) foi o primeiro a reconhecer que a epilepsia era uma doença do cérebro.
- Um dos primeiros tratamentos cirúrgicos para a epilepsia consistia em abrir um buraco no crânio, para os maus espíritos poderem sair.
- Existem entre 40.000 a 70.000 epilépticos em Portugal, e todos os dias são diagnosticados novos casos.
- 1 em cada 20 pessoas pode ter um ataque epiléptico uma vez na vida.
- Uma crise epiléptica não é igual a epilepsia; esta implica que as crises se repitam espontaneamente ao longo da vida.
- Há um pouco mais homens que mulheres com a doença.
- Há vários tipos de ataques epilépticos.
- A epilepsia não é uma doença mental, nem é contagiosa.
- O primeiro medicamento usado para a epilepsia, o brometo de potássio, foi descoberto em, 1857 por Sir Charles Lokock, parteiro da rainha Vitória.
- 80 por cento das crises controlam-se com a medicação.
- Para a maior parte das pessoas com epilepsia, as consequências psicológicas são mais importantes que os ataques em si, pelo que a tolerância e a compreensão são importantes.
(Wikipedia, a enciclopedia livre; www.pt.wikipedia.org/wiki/Epilepsia)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Epilepsia pode ter inúmeras manifestações diferentes
Entrevista com Andrea Bacellar, presidente da Sociedade de Neurofisiologia Clínica do Rio.
(CBN;www.cbn.com.br)
(CBN;www.cbn.com.br)
Como se faz o diagnóstico de Epilepsia?

O diagnóstico de epilepsia é puramente clínico, faz-se apenas pela descrição das crises ao médico, pelo que é muito importante ter uma descrição pormenorizada destas por quem as observa.
O electroencefalograma (EEG), que é um método para medir a actividade eléctrica do cérebro, pode ser útil para detectar um aumento dessa actividade.
Em alguns casos, apenas para se identificar a doença que pode estar a causar a epilepsia, pode ser necessário recorrer-se a exames de imagem – Tomografia Axial Computorizada (TAC) ou Ressonância Magnética Nuclear.
O electroencefalograma (EEG), que é um método para medir a actividade eléctrica do cérebro, pode ser útil para detectar um aumento dessa actividade.
Em alguns casos, apenas para se identificar a doença que pode estar a causar a epilepsia, pode ser necessário recorrer-se a exames de imagem – Tomografia Axial Computorizada (TAC) ou Ressonância Magnética Nuclear.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Estigma e preconceito

A epilepsia é conhecida desde a Antigüidade e já foi associada a fatores divinos e demoníacos. As crises epilépticas, principalmente as generalizadas, sempre assustaram muito as pessoas que as presenciam, fazendo com que o epiléptico tenha que enfrentar, no decorrer de sua vida, um obstáculo difícil de transpor: o de ser socialmente estigmatizado.
75% dos pacientes epiléticos iniciam suas crises antes dos 18 anos. E para a criança com epilepsia, sofrer o estigma chega a ser pior que a própria doença. Ele alerta para a importância de se efetuar o diagnóstico o mais cedo possível, para que se estabeleça o tratamento adequado, e para a reintegração do paciente a seu núcleo familiar, escolar e social.
75% dos pacientes epiléticos iniciam suas crises antes dos 18 anos. E para a criança com epilepsia, sofrer o estigma chega a ser pior que a própria doença. Ele alerta para a importância de se efetuar o diagnóstico o mais cedo possível, para que se estabeleça o tratamento adequado, e para a reintegração do paciente a seu núcleo familiar, escolar e social.
A convivencia não é dificil, basta ter paciencia. O preconceito e a indiferença são os maiores problemas nfrentados pelos epilepticos.
(ABE;http://www.epilepsiabrasil.org.br)
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